Roger elogia marcação do Coritiba em entrevista coletiva


Por - 19/08/2015 às

Foto: HEULER ANDREY / DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO
Depois da vitória contra o Coritiba, o técnico Roger descartou que o desgaste físico da sequência de jogos atrapalhou o rendimento coletivo do time. Para o treinador gremista, as dificuldades vieram da boa marcação do adversário, mas foram superadas pela atitude diferente da equipe no segundo tempo. Confira o que disse Roger Machado em sua entrevista coletiva:

Qual o tamanho da vantagem para o segundo jogo e o que mudou no intervalo?

"Foram dois tempos distintos de atuação, construir a vitória era muito importante. Diferente do primeiro tempo, no segundo conseguimos ter um pouco mais de paciência para circularmos a bola. Estava indo pouco para os lados. Estávamos criando espaços, mas não estávamos conseguindo aproveitar. Com a entrada do Fernandinho e do Vtinho, outra providência com o Bobô bem marcado, a intenção era a bola para o Vitinho fazer as diagonais. Quando melhoramos nessa questão, voltamos ao nosso tipo de jogo e construir a vitória mesmo com apenas uma finalização. Quando não se é superior, temos que saber sofrer. Não levar o gol".

Desgaste com a sequência atrapalhou o rendimento?

"Claro que influencia no modo que você entra 100% e no outro vai para 97% e por sequência até termos a chance de recuperarmos em uma semana e encher o tanque. Isso é um desgaste em um busca de título. Não conseguirmos jogar em determinados momentos é pelo adversário".
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O que está rendendo o Bobô e Fernandinho já merece titularidade?

É o segundo jogo dele. ele me dá presença na área, um apoio no campo e que segura os zagueiros perto do seu gol. Não foi a ausência do Luan que nos deu problemas, foi a marcação bem feita do adversário. O Fernandinho está se credenciando a cada entrada. Eu tenho todos os jogadores à disposição. O bom é ter a certeza que nas nossas escolhas os jogadores estão respondendo bem".
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Fase do Grêmio

Os adversários tem capacidade e organização para nos impor dificuldades. Nós temos um grupo grande, mas que é jovem, com experientes dando suporte. Na reunião pós-jogo disse para que se prepararem. Eu não tenho receio nenhum de colocá-los para jogar. Não dá para esperar ser chamado para estar em boas condições. Eu tenho plena confiança, meu grupo é bom. O que pode nos acarretar é esse calendário que não sei definir, 53 dias com 17 jogos. o futebol brasileiro vai voltar a ser competitivo no cenário mundial no dia que ajeitarmos o calendário. Tudo virá um esteira de melhoria com um calendário organizado".

Luan pode atuar com Bobô?

"Eu tenho que analisar cada jogo e o que temos de vantagem de termos uma referência. Entrei com o Bobô e depois optei pelo Vitinho por sua mobilidade. Tem que analisar jogo a jogo. Foi um jogo de dois tempos. Vencemos uma partida importante contra um adversário que nos impôs dificuldades."
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